Archive for the 'Um pouco de cultura' Category

Published by fernanda on 22 Sep 2009

Construir sobre o antigo

Meu interesse pelo patrimônio edificado sempre foi grande e assuntos de revitalização sempre me chamam a atenção.

No Plataforma Arquitectura, um site chileno, saiu hoje um post sobre um bairro de Berlin, o Kreuzberg. Lá, o escritório MAB Architekten está responsável pela renovação e pela adaptação de várias edificações da área.

Vale a pena conferir aqui. Em espanhol.

Published by fernanda on 21 Sep 2009

Dia da Cor

No dia 21 de setembro, data que começa a primavera e, agora, é o dia da cor serão promovidas palestras pela Associação Pró-Cor do Brasil. Essas palestras tem o objetivo de evidenciar a importância do uso das cores.

A associação surgiu como uma proposta de profissionais de diversos setores que consideram importante a existência de uam entidade para incentivar o estudo e a difusão de conhecimento da cor.

Me parece uma idéia interessante, já que consciente ou incosncientemente, já sabemos que as cores influenciam de alguma forma nosso humor.

Via Casa Abril.

Published by fernanda on 11 Sep 2009

Qual o significado das cores?

Ontem no site, carsonified.com/blog/, tinha um artigo interessante sobre o funcionamento das cores e o que elas representam. Esse artigo foi escrito por Rob Mills e tem tradução livre minha.

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Cor é uma poderosa e importante ferramenta de comunicação e está relacionada a influências religiosas, culturais, políticas e sociais.

Parando para considerar o que cada cor representa e conectada no “mundo real”, nós podemos tomar decisões educadas de design que assegura o apelo para o público alvo. Sem essas considerações, nós podemos correr o risco de ofender as variadas pessoas que fazemos projetos.

1 – Cor afeta seu humor

A maioria de nós tem uma cor favorita ou prefere algumas cores em vez de outras. Isso é porque pode afetar seu humor se nos cercamos de cores que tem um impacto positivo no seu.

Vermelho pode elevar sua energia, amarelo pode fazer a pessoa se sentir mais feliz e o azul está provado que baixa a pressão arterial, desacelera o coração, o que, por isso, essa cor está associada com relaxamento. Se você combina a felicidade do amarelo e a sensação relaxante do azul, você tem o verde, uma cor agradável para muitas pessoas.

Unidades de saúde mental são conhecidas por usar tons pastéis nas suas paredes para que os pacientes fiquem calmos, felizes e relaxados. Paredes beges com pigmento rosa combinadas com pisos verde menta são uma combinação popular que dizem que cria uma área de silêncio, harmônica e calma. No outro lado do espectro, literalmente, as escolas tem a tendência de usar cores vivas que tem apelo para as crianças.

Quando escolher as cores para o seu próximo trabalho de design, é importante considerar como elas irão combinar entre si, com os outros elementos e que impacto terá no humor do público-alvo.

2 – Cor comunica significado

Wassily Kandinsky foi um dos primeiros pioneiros na teoria da cor. Um renomado pintor russo e teórico da arte, ele é freqüentemente considerado o fundador da pintura abstrata. Kandinsky acreditava que as seguintes cores comunicavam as seguintes qualidades:

- amarelo – calor, excitamento, alegria

- azul – profundo, tranqüilo, supranatural

- verde – paz, quietude, natureza

- branco – harmonia, silêncio, limpeza

- preto – luto, escuro, desconhecido

- vermelho – brilhante, confidente, vivo

- laranja – radiante, saúde, seriedade

3 – Cor tem significado cultural

Diferentes cores têm diferentes significados em lugares diferentes. Isso é extremamente importante os designers saberem, porque sem essa consciência da significância cultural de uma cor em particular, eles correm o risco de ofender todo um público-alvo.

Roxo, por exemplo, é a cor do luto na Tailândia. Na cultura ocidental, no entanto, está associada à realeza, ao luxo, à riqueza e, às vezes, à mágica. A cor da marca da Thai Airways é roxa. Em um primeiro momento, isso parece um grande erro da parte deles, porque, como mencionado acima, roxo é a cor do luto na Tailândia. Isso se deve, provavelmente, ao site não ter como alvo os turistas locais, mas sim, os estrangeiros. Então, se ocidentais virem o site e verem o roxo, eles associarão a Thai Airways a valores como luxo e conforto.

Outros exemplos são:

- Na cultura ocidental, preto é a cor do luto

- No Japão, no entanto, é a cor da honra e a cor do luto é o branco

- Vermelho, no ocidente, representa perigo, amor, paixão

- Na Índia, é a cor do puro, na China é a cor da boa sorte e na África do Sul é a cor do luto

- Amarelo representa coragem no Japão, luto no Egito e esperança no Ocidente.

4 – A cor pode ser inspirada no nosso ambiente

Nós vivemos em um mundo colorido, um mundo perfeito para acionar a inspiração de um designer. A melhor coisa de olhar para o ambiente como forma de buscar soluções para o design é que a paleta de cores está sempre mudando: de laranjas outonais para azuis e frios invernos. Então, o que melhor do que olhar pela janela, absorver as cores e aplicar nos seus projetos.

Trazer a inspiração da natureza para seus projetos também faz você olhar para o mundo com outros olhos. Normalmente, nós corremos de um lugar para outro, mas nós só percebemos os detalhes e descobrimos jóias, quando paramos para olhar com calma.

5 – Cor tem associações com a política

Partidos políticos são associados com cores. Dependendo onde seu alvo está isso se provará um valioso instrumento de projeto.

A associação entre partidos políticos e cores não é nova, mas geralmente não é levado a sério. No Reino Unido, por exemplo, existem as seguintes associações:

- Trabalhista – vermelho

- Conservadores – azul

- Democratas liberais – amarelo

- Partido verde – verde

Se uma cor é representativa para um partido político, então os valores e comportamentos daquele partido são conhecidos por poder sugestionar através do uso das cores:

- Vermelho é associado freqüentemente com o socialismo e o comunismo

- Branco está associado ao pacifismo e bandeira de rendição. Em contraste a isso, preto é a cor que é usada para representar a anarquia.

- A classe nazista trabalhista é associada à cor marrom.

Um design com uma dessas cores dominantes pode passar a idéia de preferências de direita ou de preferências de esquerda ou de comportamentos extremistas.

6 – Religião pode ser associada com cores

Como na política, algumas cores são representativas para algumas religiões. Então, para não ofender alguém sem querer com os nossos designs, alguns exemplos de cor/religião:

- Verde é considerada a cor sagrada do Islã.

- Judaísmo é representado pela cor amarela.

- No Hinduísmo, muitos deuses têm pele azul.

- Branco está associado à paz em muitas religiões.

Claro, isso só pode ser necessário se você está fazendo algum site específico que esteja associado a alguma religião, mas também enfatiza que um conhecimento específico sobre seu público-alvo faz parte do processo de design.

7 – A idade afeta a preferência das pessoas em cores

O expert em cores, Faber Birren, desenvolveu muitos estudos nessa área e, no seu livro “Color Psycology and Color Therapy”, ele afirma que para ambos os sexos, azul e vermelho “mantém a maior preferência ao longo da vida”. Ele descobriu que amarelo é popular com crianças, mas, conforme elas vão crescendo, vai perdendo a preferência. Birren descobriu que “com a maturidade vem um maior gosto por tons de menor comprimento de onda (azul, verde, roxo) que por tons de maior comprimento de onda (vermelho, laranja e amarelo)”.

Outro fator que influencia a preferência por cores, é que, através do tempo, ocorrerão mudanças sociais e culturais que podem fazer você mudar as suas cores favoritas. Algum conhecimento de que cores atinge certa faixa de idade pode ser valioso para os designers. Se você está fazendo um site para a uma loja de brinquedos ou um canal de TV para crianças, então saber as suas preferências por cores vivas e, em especial, o amarelo pode ajudá-lo nas suas decisões de projeto.

Igualmente, se você faz um site para uma associação de caridade, na qual a audiência é uma geração mais velha, o azul, o verde e o roxo podem ser ideais, baseado nos estudos de Birren.

Cor é um assunto complexo com muitas vertentes e tem o poder de, subliminarmente, transmitir valores e histórias.

Published by fernanda on 01 Sep 2009

DesDesconferência?

No feed do site Espaço.com aparece a seguinte chamada: 1º DesDesconferência Experimental.

O que é uma desconferência? Aparentemente, essa maneira informal de reunir pessoas tem dado bastante certo.

Essa forma de apresentação de assuntos de interesses seguem alguns princípios:

“Os princípios que guiam uma desconferência são diretamente influenciados pelo trabalho do autor e consultor Harrison Owen, que descreve um método de organizar grupos de interação, chamado Open Space Technology.

Owen em seu artigo “Opening Space for Emerging Order”, explica os Quatro Princípios do Open Space:

1) Seja quem for que veio, é a pessoa certa;

2) O que quer que aconteça, é apenas aquilo que deveria ter acontecido;

3) Quando quer que comece é na hora certa;

4) Quando acaba, acabou;

E acompanhando a Lei dos Dois Pés afirmando que, “Se a qualquer momento você encontra-se em qualquer situação onde você não estiver nem aprendendo ou contribuindo – use seus dois pés e dirija-se para um lugar mais ao seu gosto”.”

Então, baseado nisso, o pessoal do Espaço.com resolveu propor uma DesDesconferência – DDX: um modelo híbrido entre desconferência e mesa redonda para discutir a influência do Design no Comportamento Humano sob a perspectiva da Ética, Cultura, Psicologia ou Política.

Mais informações no site do Espaço.com ou Instituto Faber Ludens.

Via Espaço.com.

Published by fernanda on 29 Oct 2008

Gerando frutos

Depois que achei o site da Plataforma Arquitectura, meu interesse pela área só cresceu. É incrível a iniciativa desse site de divulgar a arquitetura de uma forma fácil e interessante. São pessoas interessadas em prestar um serviço de utilidade pública, não somente para o Chile, mas para qualquer pessoa que se interesse pelo assunto.

Sempre achei importante o casamento entre a teoria e a prática da arquitetura. Porque, quando o profissional fica preso somente em uma, ele se torna um arquiteto burro.

Nessa semana, fiquei à par de duas informações importantes: a XVI Bienal de Arquitectura (post abaixo) e outra iniciativa importante, o TURISTARQ.

O Turistarq é um site voltado à organização de passeios temáticos arquitetônicos para incentivar o interesse das pessoas sobre o assunto. Simplesmente genial.

Published by fernanda on 28 Oct 2008

Salivei…

Em novembro, acontece a XVI Bienal de Arquitectura 2008 no Chile.

Cheguei a ficar tonta da quantidade de eventos legais agendados. Um deles, que acontece em paralelo com a Bienal, é o passeio turístico guiados por arquitetos:

“VISITAS GUIADAS AL INTERIOR DE SEIS OBRAS DE LA MUESTRA NACIONAL, GUIADAS POR ARQUITECTOS ESPECIALIZADOS.”

Informações sobre a Bienal, aqui.

Informações sobre os passeios, aqui.

Fonte: Plataforma Arquitectura.

Published by fernanda on 19 Aug 2008

“Is architecture art?”

Aqui tem uma discussão interessante sobre uma das funções da arquitetura. Concordo com o Mr. Meier.

Published by fernanda on 05 Aug 2008

Caral, a primeira cidade da América

No domingo, vi um documentário da BBC sobre Caral, a cidade mais antiga da América. Mas por que estou falando sobre ela? Porque, além de ser a mais antiga da América e de responder muitas perguntas sobre a origem das grandes cidades, ela põe por terra a teoria de que a guerra é natural para o ser humano.

Caral encontra-se no Vale do Supe, a 200 quilómetros a norte de Lima , no Peru. A civilização de Caral, a mais antiga do continente americano, foi contemporânea de outras como as da China , Egito, Índia e Mesopotânia.

Pirâmides em Caral

Essa região já foi explorada em diferentes épocas, mas ninguém havia encontrado Caral, somente cidades vizinhas. Mas em 1994, Ruth Shady, arqueóloga peruana, percorreu novamente o vale de Supe e identificou 18 lugares com as mesmas características arquitetönicas, entre os quais se encontravam os 4 conhecidos como Chupacigarro Grande, Chupacigarro Chico, Chupacigarro Centro e Chupacigarro Oeste. Para diferenciá-los, Shady denominou-os Caral, Chupacigarro, Miraya e Lurihuasi. Caral, Miraya e Lurihuasi são os nomes quechua dos povoados mais próximos aos lugares. Chupacigarro é o nome espanhol de um ave do lugar.

Shady escavou em Caral a partir de 1996 e apresentou os seus dados pela primeira vez em 1997, no livro “A Cidade Sagrada de Caral-Soube nos alvores da civilização no Peru”. Nesse livro sustentou abertamente a antiguidade pré-cerâmica da Cidade Sagrada de Caral, afirmação que consolidou de maneira irrefutável nos anos seguintes, através de escavações intensivas no lugar.

O Projecto Especial Arqueológico Caral-Soube está a cargo dos trabalhos na Cidade Sagrada de Caral, bem como dos assentamentos próximos de Áspero, Miraya e Lurihuasi. A arqueóloga Ruth Shady, viaja ao vale em forma permanente para continuar o trabalho das escavações e descobertas nesta parte de um país arqueologicamente rico e de diversas culturas milenares.

Mas por que essa busca por respostas?

Por mais de 100 mil anos não havia nem governantes, nem cidades. A humanidade constituía-se, ou de pequenas famílias nômades, ou de pequenos vilarejos. Havia pouco planejamento, pouca liderança e nenhum futuro, apenas sobrevivência, mas, então, algo aconteceu. Seis mil anos atrás, as pessoas começaram a sair dos vilarejos e construir grande cidades. Os arqueólogos chamaram isso de “cruzar a grande fronteira”. Isso aconteceu em seis lugares ao longo do globo – no Egito, Mesopotâmia, China e Índia – e no Novo Mundo, no Peru e América Central. Se não fossem esses pioneiros cruzar a “grande fronteira”, nosso mundo moderno não existiria, dizia o documentário.

Arqueólogos examinaram cada civilização procurando por pistas de porquê elas apareceram e em todas elas eles acharam coisas em comum, por exemplo matemática, sistema de calendários, escrita, cerâmica, metalurgia e, o principal, arquitetura monumental. Esta parece ser o principal sinal de que as pessoas reuniram-se sob governantes e com objetivos em comum.

No entanto, nada disso explica porque nossos ancestrais atravessaram essa barreria histórica. O que fez desisitirmos da vida simples pela cidade?

Existem, segundo o documentário da BBC, muitas teriorias: irrigação, aumentando a quantidade de alimentos; o comércio, que possibilitou a troca de produtos entre cidades, tornando-as especializadas; as guerras, que teriam agrupado os seres humanos através do medo.

O documentário segue a última, porque, segundo Jonathan Haas(Field Museum, Chicago), quanto mais as sociedades vão tornando-se complexas, mais parecem estar em guerras, representadas através da arte, da arquitetura, da escrita. Se a teoria estivesse certa, então a “cidade-mãe” deveria estar cheia de sinais de batalhas, porém os arqueólogos sempre enfrentam o mesmo obstáculo: civilizações constantemente constrõem sobre si mesmas e isso significa que os estágios iniciais teriam desaparecido. Por isso a importância da descoberta de Caral, uma cidade abandonada e intocada pelo tempo.

O documentário segue com a busca de indícios e de materias que pudessem provar a idade de Caral, assim como sinais de batalhas. Durante as escavações, foram encontrados sacolas “shicra”, claramente usadas para carregar pedras. Elas foram feitas com um tipo de palha e poderia ser testada a data através do teste de carbono. Depois de três meses veio o resultado: as sacolas eram de 2600 a.C, ou seja, Caral tem mais de 5000 anos. A cidade mais antiga da América. Quanto aos vestígios de batalha, dentro do perímetro da cidade, nada foi encontrado. Foi então que Jonathan Haas segue para os arredores da cidade pra procurar outros sinais de guerras, como muros e guaritas que retardasse a chegada do inimigo, mas também nada foi encontrado.

Foi impressionante ver o arqueólogo se dar conta de que sua teoria tinha caído por terra. Que uma civilização havia vivido ali por mais de 1000 anos sem nenhum sinal de guerras. Com essa informação, os pesquisadores foram atrás de outra explicação da origem de Caral. Um produto foi abundantemente encontrado: algodão. Havia plantações de algodão, porque, naquela época, o vale era cercado por rios e, com isso, eles abriam canais de irrigação, um grande avanço tecnológico para a época. Eles plantavam algodão para, além do uso local, para usar como moeda de troca para adquirir produtos. Como prova disso, os pesquisadores encontraram restos de vegetais e de frutas originários de outros lugares e o mais impressionante: vestígios de peixes e de moluscos característicos da costa peruana. Uma ligação comercial foi estabelecida entre os agricultores e os pescadores: os primeiros plantavam algodão para a tecelagem de redes de pesca e os pescadores forneciam os peixes e os moluscos secos em troca.

Com essas evidências, eles chegaram à conclusão de que a cidade de Caral originou-se baseada no comércio, um grande sistema auto-sustentável que possibilitou a chegada de produtos de lugares distantes, indo além dos vales de Caral. Isso é incrível, porque esse sistema construiu um mundo pacífico: comércio, governo central, classes sociais vivendo por mais de 1000 anos sem sinais de guerras nem de batalhas.

Essa conclusão ajuda a questionar o seguinte: como podemos ter 1000 anos sem guerras se a violência é inerente ao ser humano?

Published by fernanda on 20 Jan 2007

Boulevard Haussmann

Pra quem é da área de arquitetura, sabe quem foi o Barão de Haussmann. Pra quem não sabe, dá uma olhadinha aqui. Ele foi muito importante pra Paris urbanisticamente e uma de suas marcas registradas foi os boulevares. Obviamente, tem um com o nome dele e o passeio foi até lá. Fui de RER A até a estação Charles de Gaulle-Étoile e desci bem de frente com o Arco do Triunfo. Ali é a Étoile (estrela) e dali partem vários boulevares e avenidas. O Bd. Haussmann não começa logo ali, ele é uma continuação da Avenue Friedland. Resta caminhar. É tudo muito amplo, bem cuidado e bem sinalizado. Além de sinalização de trânsito que leva em consideração o pedestre, tem alguns detalhes de calçamento que só cidades com real planejamento urbano tem. Pode parecer pouca coisa, mas faz toda a diferença na aparência geral da cidade. A imagem que vem a cabeça é daquela Paris clássica que se vê em filmes. Logo chego na estátua do homem em um pequeno largo que forma com uma ruazinha e o boulevard. Achei meio escondido para alguém que praticamente realizou o que Paris é hoje. Enfim, ta aí a foto do dito cujo…

Haussmann (Se pronuncia “Osman”)
Continuo o passeio e chego nas Galerias Lafayette! Mega Liquidação! Essas galerias são vários prédios do sec XIX interligados. Entrei lá e constatei o óbvio: esses prédio foram usados de modelo para o shoppings centers atuais. Nítido de ver isso! No entanto, as ligações (pontes, passagens, passarelas) são contemporâneas e, mais uma vez, mostram o bom relacionamento que o francês tem com seu patrimônio histórico edificado.
De costas para esse burburim todo, está a Ópera de Garnier. Dei a volta para ver a fachada principal, mas o prédio está em reformas e tinha um enorme de um tapume na frente da entrada. Bom, claro que isso não impediu de ver a exuberância desse edifício! Simplesmente lindo!
Ópera de Garnier – Frente
Ópera de Garnier – Costas

Published by fernanda on 11 Jan 2007

The Nutcracker

Ainda estou completamente emocionada com um presente que a Carol (minha amiga de Londres) deu para nós: entradas para assistir THE NUTCRACKER na Royal Opera House! Ballet!!! Sempre quis assistir um e a minha estréia foi logo com esse! Foi muito lindo e emocionante. Simplesmente adorei! E antes que rolem de rir, aqui tem uma das músicas do espetáculo. Aposto que todo mundo já ouviu em algum desenho da Disney.